Casa do Cupim

Servido da telha, o gosto é de uma carne macia, bem temperada e saborosa. De deixar no chinelo qualquer cupim de churrascaria tradicional. (Fotos: João Garrigó)Servido da telha, o gosto é de uma carne macia, bem temperada e saborosa. De deixar no chinelo qualquer cupim de churrascaria tradicional. 

A comida chega à mesa na telha. De um lado lascas de cupim, de outro mandioca. A casa que leva o mesmo nome que a carne abriu as portas na última quinta-feira, em Campo Grande, com a proposta de trazer para o gosto campo-grandense o que em São José do Rio Preto já virou mania.

A curiosidade é ver no prato uma carne que a gente, pelo menos quem está de fora, pouco vê saída frente à picanha e costela, por exemplo. O primeiro questionamento perante os donos foi este “o cupim se vende sozinho?” A resposta foi unânime “sem sombra de dúvida, o cupim se vende como especialidade”.

A porção chama cupim casqueado e serve até três pessoas. Fora o prato, o buffet oferece salada à vontade. O cheiro da carne já é a maior propaganda do estabelecimento. Se tivesse como transmitir aquele aroma de churrasco de domingo, os leitores sentiriam como se o cupim estivesse no quintal de casa.

O local escolhido para abrigar o cupim é na Ricardo Brandão, próximo a Câmara Municipal, onde no histórico de abre e fecha em Campo Grande, já vendeu muita coisa no ramo de lanchonete e restaurante.

Tirado da churrasqueira em lascas e servido da mesma forma, porção serve até três pessoas.Tirado da churrasqueira em lascas e servido da mesma forma, porção serve até três pessoas.

A carne não é pré-cozida, não vai ao forno e nem nada disso. Vem do jeito que está para o espeto onde é assada. Para montar o prato o cupim precisa estar no ponto, no máximo, bem passado. A telha é que vem do forno para manter aquecido o prato até o fim da refeição.

O gosto é de uma carne macia, bem temperada e saborosa. De deixar no chinelo qualquer cupim de churrascaria tradicional.

O dono da marca, João Botelho, de 38 anos, fala que a casa que já tem 13 anos, em Rio Preto, vende em média seis toneladas de cupim por mês. Ele começou o negócio porque sempre foi o churrasqueiro entre os amigos e o corte que levava era o cupim. “Quando precisei montar um comércio pra mim, tive essa ideia”, conta.

Aqui na Capital que a Casa do Cupim abre a primeira franquia. São cinco sócios, do interior de São Paulo, que por gostar muito do cupim da cidade paulista, decidiram apostar. “Sou de São José do Rio Preto, conheci a casa há dois anos e queria abrir um novo negócio, por achar falta do restaurante que resolvi trazer para cá”, reforça Cristiano Rodrigo Parmezan, 37 anos.

Sócios do interior de São Paulo abriram as portas em Campo Grande para vender o que sentiam falta.Sócios do interior de São Paulo abriram as portas em Campo Grande para vender o que sentiam falta.

O outro sócio, Carlos Henrique Pedrini, 28 anos, conta que foram quatro meses de planejamento entre achar o local, reforma e trazer a marca para Campo Grande.

“Churrascaria de rodízio tem de monte e na janta não se como igual almoço, por isso servimos prato a La carte e a aceitação está sendo muito grande, aqui não tem nada assim, é um negócio novo pra cidade”, comenta.

Tirando o carro chefe da casa, o restaurante oferece picanha, frango e porções. No cardápio eles deixam claro que não cobram os 10%. Entre as cervejas, uma variedade à opção do cliente.

A Casa do Cupim abre de terça a domingo, das 17h até meia-noite e fica na avenida Ricardo Brandão, 18, próximo à Câmara Municipal.

Vera Fischer interpreta ela mesma em peça que será apresentada em outubro

A atriz Vera Fisher se apresenta em Campo Grande com a peça “Ela é o Cara” nos idas 1 e 2 de outubro, às 21h e 19 horas, respectivamente, no Teatro Glauce Rocha. Reflexão bem-humorada sobre os males modernos da humanidade, o espetáculo tem o ator Edson Fieschi no elenco.

Na história, Gilberto Fonseca (Edson Fieschi) é um terapeuta de competência e caráter duvidosos. Após um incidente com um paciente famoso, ele se vê obrigado a administrar a repercussão negativa do caso, o assédio da imprensa e a fúria dos fãs do artista, que o culpam pelo ocorrido e estão ávidos por vingança. Sem saída, e com a sua carreira fadada ao fracasso, Gilberto decide vender sua alma ao “diabo”.

Neste exato momento, surge em seu consultório Vera Fischer, que insiste em ser atendida. Com um evidente transtorno de personalidade, a famosa atriz insiste em dizer que não é Vera Fischer. Diante da gravidade do quadro, Gilberto aceita atendê-la em troca de publicidade, na esperança de retomar sua carreira.

Os ingressos para a peça estão a venda no stand do Pedro Silva Pomoções no Shopping Campo Grande, segundo piso, em frente a Riachuelo. Informações pelo telefone (67) 3326-0105. Ainda é possível comprar ingressos pelo www.compreingressos.com ou no call center 4062-0018. O preço é de R$ 120,00 (setor A), R$ 100,00 (setor B) e R$ 80,00 ou R$ 40,00 (setor C).

Feat. Club

Casa noturna muda de nome, de conceito e compromete-se a não tocar sertanejo

Feat Club será no mesmo endereço da On Eleven. (Foto: Fernando Antunes)Feat Club será no mesmo endereço da On Eleven.

Uma das respostas mais diretas durante a entrevista com a empresária Bruna Faria é: “Não vamos tocar sertanejo, nem pagode”. É a velha revanche de quem vive em uma cidade quase monotemática no quesito som.

Ela e outros dois sócios assumiram a estrutura da On Eleven, que fechou as portas na Rua Calógeras, e até o fim deste mês pretendem reabrir como “Feat Club”, uma parceria pela vida noturna mais eclética em Campo Grande. “Nós respeitamos os outros estilos, mas já tem muito sertanejo e pagode na cidade”, explica Bruna

Como até a Move, antes reduto dos DJs, resolveu tocar sertanejo, a casa será uma das poucas baladas para quem gosta mesmo é de música eletrônica, pop e rock alternativo. “Vamos diversificar dentro desses estilos”, diz.

Pouco será alterado na estrutura da On Eleven, que funcionou por menos de um ano e, ultimamente, entrou na onda das noites de samba e violada. O prédio, na Esplanada Ferroviária, é patrimônio histórico, o que para Bruna tem a vantagem do charme.

Os sócios do Feat Club.Os sócios do Feat Club.

Sabadalo Feat Proibida – Bruna ficou conhecida pela festa Sabadalo. O DJ Guga Scope criou a “Proibida”. Rodrigo Lochetti também entrou na sociedade e os 3 trabalham para criar um ponto de encontro que movimente a vida cultural de Campo Grande.

Da experiência com as festas, os amigos pretendem trazer o público, o ambiente e o repertório. “O bacana é que a gente sabe o que as pessoas querem ouvir. Também vamos trazer a organização e a qualidade dos serviços”, garante Bruna. Entre as vontades está, inclusive, realizar uma festa “Sabadalo Feat Proibida”, para selar a parceria.

Como falta definir, por exemplo, o valor da entrada, a data de reabertura ainda não foi definida.

O “Feat Club” funcionará na Rua Calógeras, número 3302.

Casa noturna muda de nome, de conceito e compromete-se a não tocar sertanejo

Valley Acoustic Bar

A Valley Acoustic Bar revolucionou o mercado da música sertaneja no Mato Grosso do Sul.
Presente no mercado de Campo Grande desde 2009 e totalmente reformulada em 2012, a Valley foi a primeira marca a investir em decoração, conforto e comodidade aos seus clientes. A música sertaneja passou a ter então novos padrões, seguindo os mais importantes conceitos de estrutura dos grandes centros.

Angels Casa Noturna

O letreiro não identifica o que acontece no lugar. Quem passa à noite pela Avenida Mato Grosso, esquina com a Rio Grande do Sul, vê meninas de roupa curta abordando motoristas que param para entender o que rola lá dentro. Há poucos dias, o prédio que já foi até sede de partido político virou “Angel’s”, uma casa de shows eróticos, com muita menina bonita e shows de strip tease todos os dias da semana.

Exibir as garotas é a única proposta da casa, garantem dois dos sócios. Monalisa Martins, de 21 anos, e Adriano Guerra, de 32, dizem que já tiveram uma boate em São Paulo e por aqui resolveram ousar. Inauguraram a casa em endereço VIP, em uma das principais avenidas da cidade, em bairro nobre, com a justificativa de que não há nada para esconder.

“Em outras cidades, são nas avenidas mais movimentadas. Por que o que é bom tem que ficar escondido e em ruas estranhas, como são essas outras casas de Campo Grande? Se é bom, tem que ficar em lugar bom também”, justifica Monalisa.

O nome foi inspirado na protagonista da telenovela Verdades Secretas, da Globo. “Ela (Angel) tinha um ar muito misterioso e é isso que a gente queria transparecer ali na frente. Quando as pessoas passam, tem essa ideia de mistério”, explica.

Ambientes não têm luxo. (Foto: Fernando Antunes)Ambientes não têm luxo.

Segundo eles, o investimento foi alto, em um lugar que é amplo e bem arrumado.

Mas não há nada luxuoso. Com uma iluminação escura, a identidade de quem frequenta é um pouco preservada. Fica difícil reparar bem nos clientes que entram e saem. Na parte externa, há mesa de sinuca e cadeiras. Dentro, só tivemos acesso a sala que virou bar e ao palco para os shows no pole dance, com alguns sofás espalhados.

Discrição é algo meio complicado, porque não há estacionamento no local, os carros ficam à vista.

Quem chega é recebido pelas meninas. Cerca de 10 mulheres entre 19 e 25 anos ficam andando pelo local e conversando com os clientes. O show de strip tease é realizado a cada uma hora em dias mais cheios. Em dias de pouco movimento, são duas a três performances por noite.

A pessoa também pode pedir uma dança particular de 5 minutos, que custa em média R$ 100,00, dinheiro que vai todo para a dançarina, jura o proprietário.

Não há um perfil exato dos clientes. Por enquanto, homens e mulheres chegam para conhecer e desvendar o que o espaço propõe. E o negócio anda de vento em popa, garante Adriano. “Alguns clientes chegam a gastar R$ 4 mil em uma noite”, conta, sem detalhar com o que se gasta tanto.

Pelo jeito, está difícil escapar do rótulo de zona. Monalisa repete que os shows são a única atração da casa, e diz estar irritada com o falatório de quem pensa em serviços mais abrangentes. “As pessoas nem sabem o que está acontecendo e saem falando que aqui é puteiro. Mas a nossa proposta é outra. É um show normal, porque tem gente que gosta”, diz ela.

A empresária descarta qualquer relação das mulheres com os clientes. “Não são garotas de programa, são dançarinas. Se isso acontece fora daqui, a gente não sabe”, garante.

Do lado de fora tem mesa sinuca e cadeiras. (Foto: Fernando Antunes)Do lado de fora tem mesa sinuca e cadeiras.

A propaganda que leva a maioria à outra interpretação sobre a casa começa no Facebook da Angels. As meninas, de corpo perfeito, chamam os homens para “novas descobertas”.

Ao contrário do que o dono garantiu, as dançarinas já foram recebendo nosso repórter com proposta para horas de sexo. Perguntaram o nome, elogiaram o jornalista moreno, de 1,95 metro, e de cara o convidaram para conhecer os quartos, “sem compromisso”.

As meninas apresentam dois ambientes sem muito luxo, apenas com uma iluminação mais intimista e um colchão no chão. Ao perguntar valores, o repórter descobriu que o programa varia de R$ 150,00 a R$ 300,00, dependendo da beleza da contratada. Uma delas ofereceu “serviço completo” por R$ 200,00, mas com acréscimo de R$ 50,00 pelo quarto.

Enquanto isso, um dos proprietários chegou a orientar as garotas a não sentarem no colo dos clientes enquanto nossa equipe estivesse presente.

Bem, como o repórter não topou o programa, a próxima tentativa das garotas foi lucrar com as bebidas, nenhuma barata, claro. Pediram drinques, também sem sucesso, porque uma cerveja long neck, por exemplo, custa R$ 20,00.

Ao repórter que não se identificou, uma delas se apresentou como July, de 19 anos, e revelou que as meninas são de Campo Grande. Contou que todos os dias um carro da boate busca cada uma em casa e deixou claro que é experiente nos serviços “a mais”. “Em vista de outras casas do tipo, aqui é muito bom, não é um lugar feio”, comentou a jovem.

Adele deixará de fazer grandes turnês por 10 anos

A intérprete e compositora, que no final de 2015 lançou seu terceiro disco, “25”, comunicou a seu círculo próximo que não programará grandes “turnês” durante a próxima década uma vez que termine seu atual ciclo de atuações, que será encerrado em novembro após duas apresentações no México e em Phoenix (EUA).

 

A decisão, segundo o tabloide britânico, faz parte do plano de Adele de começar uma “nova vida” nos Estados Unidos, na qual seu filho, de 3 anos, ficará à frente de sua carreira musical. “Angelo é a prioridade número um para Adele. É o mais importante de sua vida. Ela levou ele com ela para todas as partes enquanto esteve em turnê, mas ele vai começar o colégio no próximo ano e já não vai poderá seguí-la”, explicou ao tabloide uma fonte próxima à cantora.

“Atualmente, Adele está dizendo que não fará outra turnê mundial como a que está fazendo durante os próximos dez anos”, acrescentou a fonte.

Em seu último álbum, Adele mostrou precisamente sua devoção por seu filho em um dos temas, “Sweetest Devotion” (“A devoção mais doce”). A artista britânica publicou seu primeiro trabalho em 2008 (“19”) e o segundo em 2011 (“21”), disco que vendeu 25 milhões de cópias em nível mundial e que permaneceu durante dois anos consecutivos como o mais vendido.

Durante sua carreira, a cantora protagonizou diversas paralisações, como os quatro anos afastada dos palcos que passou antes de anunciar sua presente turnê, em novembro de 2015.

Segundo o “The Sun”, Adele não pensa em se afastar totalmente dos palcos durante a próxima década e está considerando aceitar uma oferta para atuar de forma regular em Las Vegas. No fim de semana passado, Adele reconheceu em uma conversa com admiradores o mal-estar que provocam as longas excursões.

“Não sei quantos de vocês sabem disto, mas realmente não me considero uma artista de turnê. Nunca tolerei bem isso, sou bastante caseira”, explicou a cantora, segundo o jornal britânico.

Falcão faz três e vira recordista em maior goleada do Brasil na Copa

Já classificado para próxima fase da Copa do Mundo e diante de um adversário extremamente frágil, a Seleção Brasileira de futsal queria mais do que vencer neste sábado. O time também queria recordes. Um deles foi conquistado com o placar do jogo: a vitória por 15 a 3 é a maior goleada nessa Copa. E a outra marca foi mais importante, de Falcão, que fez três gols, superou Manoel Tobias e também se tornou o maior artilheiro da história das Copas de futsal, com 45.

Depois de vitórias tranquilas contra Ucrânia, Austrália e Moçambique, o Brasil vai para próxima fase da Copa, mas ainda não sabe qual será seu adversário, pois espera definições nos grupos B, E e F. Por enquanto só está definida a data: quarta-feira, às 19h30 (de Brasília). No outro jogo da chave a Ucrânia venceu a Austrália por 3 a 1 e também se classificou.

Falcão supera Manoel Tobias

Falcão ficou pouco tempo em quadra no 1º tempo, mas desperdiçou algumas chances de gol e passou em branco. Fracassou em jogadas de letra, de chapéu e até em uma finalização simples. Depois do intervalo, ele voltou jogando, não foi bem e saiu porque o Brasil estava baixando o ritmo demais. Voltou rapidamente, teve mais uma chance de gol e demorou para finalizar. Um pênalti nos últimos minutos resolveu a questão para Falcão: ele entrou em quadra só para cobrar e igualou o recorde de Manoel Tobias, com 43 gols. Depois ele perdeu uma falta de 10 metros, mas não fez falta: quando faltavam três minutos para o fim do jogo, ele recebeu uma bola na direita e acertou um chute preciso de esquerda para virar o maior artilheiro de Copas do Mundo de futsal.

Quem fez os gols

O 1º tempo terminou 8 a 1 para o Brasil. Quem abriu o placar foi Rodriguinho. Depois Xuxa marcou após passe de Falcão. O terceiro gol também foi de Rodrigo, em cobrança de falta. Xuxa fez seu segundo em um rebote. Outro que fez dois gols foi Dieguinho. Primeiro após passe de Xuxa. Depois em jogada individual.

Então aconteceu o gol de Moçambique, quando Dyego cometeu pênalti. Mario foi para cobrança, chutou no canto direito e balançou a rede. Mas logo o Brasil aumentou o placar com um golaço de Jackson e outro de Fernandinho.

No 2º tempo, o Brasil diminuiu o ritmo e demorou mais de oito minutos para balançar a rede. O goleiro brasileiro Guitta até teve que trabalhar mais na partida. Mas apareceu a dupla Ari e Bateria para ampliar o placar. Eles trocaram passes em dois gols e ampliaram o placar para 10 a 1.

Logo depois, em um contra-ataque bonito, Moçambique fez o segundo gol, com Magu. Mas o Brasil respondeu rapidamente, com um voleio de Fernandinho. Depois Ari fez seu segundo gol e vieram dois momentos históricos de Falcão. Dino fez o terceiro gol de Moçambique. Mas deu tempo para Falcão fazer o terceiro dele e completou a festa.

Poderia ter sido mais
Por incrível que pareça, o goleiro Nelson foi um dos melhores jogadores de Moçambique. Ele fez boas defesas, mostrou agilidade e evitou um placar maior ainda.

Quase gol do Wolverine

Um goleiro do Brasil, apelidado de Wolverine, esteve muito perto de fazer um golaço no 2º tempo. Isso porque o arqueiro de Moçambique se empolgou, avançou até metade da quadra e tentou chutar, mas saiu muito fraco. Então o Wolverine nem precisou defender: chutou de primeira e por muito pouco não fez de cobertura.